Doenças sexualmente transmissíveis

Doenças sexualmente transmissíveis

☑️OMS alerta sobre aumento de DST na era dos aplicativos de paquera
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☑️As pessoas estão deixando de usar o preservativo, arma essencial contra as doenças sexualmente transmissíveis.
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☑️As doenças sexualmente transmissíveis são contraídas mediante sexo oral, anal e vaginal desprotegido.
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☑️Clamídia, gonorreia, sífilis e tricomoníase. Essas são as doenças sexualmente transmissíveis mais comuns, afetando uma em cada 25 pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A entidade destacou que surgem mais de um milhão de novos casos diariamente. Por ano, este número chega a 376 milhões. A faixa etária mais afetada por esse tipo de infecção está entre 15 e 49 anos. A OMS ainda alertou que um único indivíduo pode estar infectado por mais de uma DST ao mesmo tempo ou contrair várias ao longo do ano.
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☑️De acordo com a OMS, o motivo para números tão altos é a negligência no uso da camisinha, que deveria ser utilizada em todas as relações sexuais, especialmente com parceiros encontrados através de aplicativos de namoro ou em bares e baladas. A falta do preservativo acontece porque o progresso da medicina na questão de tratamentos de infecções graves, como HIV, levam às pessoas a pensarem que, se não estão em risco de vida, não há necessidade de prevenção. No entanto, essas DSTs podem trazer inúmeras consequências para a saúdem como infertilidade, natimortos, gravidez ectópica e aumento do risco de HIV.
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☑️Além disso, os microrganismos que provocam estas doenças estão cada vez mais resistentes aos tratamentos. No ano passado, por exemplo, foram registrados alguns casos de ‘super gonorreia’ no Reino Unido e na Austrália. “Com um aumento dos casos, podemos esperar que formas da gonorreia resistentes à medicação se tornem mais comuns em todo o mundo”, afirmou Tim Jinks, da Wellcome, uma organização de caridade no Reino Unido, à CNN. Por causa disso, especialistas ressaltam a importância de promover a educação sexual e o uso de preservativos, melhorar a vigilância de DSTs e desenvolver formas de diagnóstico e tratamento mais eficazes. (Reportagem da revista Veja).

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